4...
... e pontificados por um fim-de-semana espectacular. Obrigado ![]()
Já por aqui falei do meu gosto por covers (que se estende, ainda, às mashups, versões acústicas, ao vivo, insólitas, etc. — acho que o que gosto menos são mesmo os originais de estúdio :D). Pois bem: hoje estive a organizar a minha pasta de MP3 avulsos, e agrupei tudo o que é covers numa pasta à parte. Partilho um pequeno best of a ver o que vos desperta a atenção ![]()
Já só falta um exame. Dos outros três, um já tem nota e tudo (fiquei com 19 à cadeira), e os outros estou à espera (e a contar não ficar satisfeito com a nota - não me correram tão bem assim - e ir à 2.ª data melhorar).
O exame que falta é duma coisa secante e que, na minha opinião, foi mal dada: Estrutura e Gestão das Organizações. Não sei o que era suposto aprender, porque não aprendi nada. O semestre foi preenchido entre aulas de despejo de matéria auxiliadas por slides cheios de texto inútil, palestras cujo relacionamento com o tema da cadeira é bastante ténue, e um trabalho também algo vácuo de enquadramento. Era uma cadeira que pedia tão mais estímulo ao interesse, à participação, ao debate, e foi tão dada à-la licenciatura: numa clara luta de titãs entre um professor a debitar matéria e o efeito (insuficientemente) estimulante da cafeína.
Dada a falta de Norte que eu padeço (eu e os restantes inscritos na cadeira, diga-se de passagem), a minha pilha de leitura é actualmente constituída (não contando com a porra dos slides das aulas) por (não muito) belos livros como:
Fica mais uns tempos a meio o Restaurante at the End of the Universe do Douglas Adams, e vou ter de esperar também um tempinho até poder começar o A Wild Sheep Chase, do Haruki Murakami (tão docilmente oferecido por esse ser humano exemplar que é a minha namorada).
Neste momento, com ou sem barulho, muita gente terá orgulho em ser português. Eu tenho vergonha. Vergonha de ser português.
Assumindo que realmente estou no mesmo país agora onde estava de manhã (hipótese razoável, dada a fraca disponibilidade de soluções de teletransporte), tenho vergonha de ser do país que de manhã corria à gasolina a acabar e agora a desbarata a comemorar um 3-1 ou lá o que é.
Tenho vergonha de ser do país onde, enquanto algumas pessoas correm às últimas unidades de carne e leite nas prateleiras dum supermercado, a vasta maioria acelera em seco e buzina “porque sim” (não lhe venham chamar patriotismo...).
Estamos na contingência de estar, no mínimo, uma semana sem combustíveis e sem muita comida fresca para comprar. Progressivamente, corre-se o risco de ficarmos sem autocarros, sem táxis, sem ambulâncias, sem patrulhas, sem combate a fogos.
Não deveríamos (colectivamente - porque eu estou) estar preocupados?
Finalmente: o fim das aulas (já foi 6.ª feira, mas o fim-de-semana foi preenchido
). Estado das coisas (cadeiras):
Entretanto, para descomprimir, Sábado foi dia de almoçarada num sítio com o belo nome de ARRANHÓ e, à tarde, ir beber uma cervejinha e comer uns caracóis à feira de artesanato que havia em Sobral de Monte Agraço.
Domingo, jantar e saída por honra do 25.º aniversário da minha irmã (eu e a Cat somos os máiores no Tribal Biscuit
).
Last but not least, de Domingo para Segunda (hoje) foi altura de dormir e fazer ronha na melhor companhia do mundo... ![]()
Clicar em cada uma para as ver em tamanho (ligeiramente) maior.
Todas as fotografias são © 2008 JC, com todos os direitos reservados.
Os/as mais curiosos/as, podem ver o conjunto inteiro das fotografias tiradas nesta sessão no Jardim do Campo Grande, inserida num workshop de fotografia ministrado por Filipe Silva.