Como ser chulado à grande e à portuguesa

Em 2005, depois de ir a Paris, encontrei um livro que tinha saído em português na altura, que achei engraçado comprar para ler e comprovar estereótipos: "A Year in the Merde - Um Ano em França", de Stephen Clarke. O original tinha saído algures em 2004.

Por esta altura (2005), tinha já saído uma sequela, "Merde Actually", mas obviamente ainda não havia em edição portuguesa — já que tinha o primeiro em português, queria continuar. Saiu entretanto outra sequela, "Merde Happens".  E nada do "Merde Actually" em português.

Até este ano, 2009. Há uns meses, vi na FNAC a edição portuguesa acabadinha de publicar,  e claro, comprei (mesmo com o desconto de aderente, ainda ficou por €15). Ainda não li (pormenor mesquinho no meio desta saga), mas a Cat leu e diz que se recomenda.

Hoje (precisamente depois de conversa com a Cat sobre estes livros), lembrei-me da ideia peregrina (ou nem tanto, já lá chegamos) de me desprender do facto de ter os 2 primeiros livros em português, comprando os 3 no original em inglês. Vai de pesquisar no Book Depository, e eis que descubro duas coisas: que entretanto tinha saído um quarto livro ("Dial M for Merde"), e que cada um deles custava €7–€8 (com portes grátis). Pensei durante cerca de 37 segundos, adicionei todos de rajada ao carrinho de compras, e pumba: €30, portes incluídos. Comprei a colecção toda por praticamente o mesmo dinheiro que tinha dado pelas edições portuguesas dos dois primeiros livros, poupando assim dinheiro, e tempo. Tempo de espera pelas edições portuguesas, e tempo a ler as míticas notas de rodapé "N. da T." que me tentam explicar trocadilhos que se perdem na tradução.

Piolho Sintético às 21:45 | link do post | comentar