Terça-feira, 26.04.11

Prova de qualificação

Primeiros examplares do documento para a prova de qualificação entregues a elementos do júri. 80 páginas, das quais 10 são a lista de 96 referências bibliográficas, a sintetizar as contribuições até agora (patentes em uma revisão do estado da arte, um capítulo num livro, dois papers principais, e cinco papers de somenos importância ou em que sou segundo autor) e a propor o que vou fazer a seguir.

Quase dois anos depois da tese de Mestrado, repete-se o ritual: ir antes do almoço, num dia de calor, entregar um documento encadernado ali para os lados da Rovisco Pais.

Segunda-feira, 18.04.11

Up! na vida real


(via Tumblr é o novo Kibe Loco)


(via tralhas d'estante)

música: Antonín Dvořák - Slavonic Dances No. 15 (Op.72-7)
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Piolho Sintético às 18:24 | link do post | comentar | ver comentários (7)
Terça-feira, 12.04.11

Yuri Gagarin

Para assinalar os 50 anos sobre a seminal viagem do sr. Yuri Gagarin na Vostok, nada como... uma piada seca {#emotions_dlg.happy}!

The Armenian Radio was asked: “Is it true that comrade cosmonaut Yuri Gagarin's car was stolen in Moscow during the celebrations?”

The Armenian Radio answers: “In principle yes, but it was not in Moscow, rather in Kiev, and it was not his car, but his bike and it was not comrade cosmonaut Yuri Gagarin, but comrade highschool teacher Gagarin and his first name was not Yuri, but Leonid...”

Piolho Sintético às 14:34 | link do post | comentar
Segunda-feira, 11.04.11

Do Acordo Ortográfico

Como o assunto está (sempre) na ordem do dia e o comentário deu um certo trabalho, promovo a post(a) o que escrevi em resposta a um post da Joana.

Tenho várias razões objectivas contra o AO, mas não consigo concordar com apelos e cartas abertas que parecem escritos pelo PNR. Frases como “O português nasceu em Portugal, não no Brasil” parecem saídas directamente da boca de um taxista. Frases como “[...] aprender que eles dizem esporte e nós dizemos desporto” (Carta aberta aos Professores de Português [RV]), em que os “eles” nem sequer foram instanciados no texto que antecede a frase, são de uma paranóia que faz lembrar as referências implícitas aos judeus em filmes como “O Rapaz do Pijama às Riscas”. E acima de tudo, revelam um desconhecimento (ou uma falácia de enquadramento, vulgo “palas como as dos burros”) em relação à totalidade do AO. Para que conste, os brasileiros adoptam a nossa grafia em palavras como “ideia” (vs. “idéia”), ou “aguentar” (vs. “agüentar”, e é incontável o número de palavras em que isto acontece, além do facto interessante de que esse trema já se usou em Portugal). E esta, hã? O AO tem muitos defeitos, mas o argumento nacionalista é forma errada de os apontar. Por muito que (como se pode ver) vá continuar a usar a ortografia que sempre conheci e sempre tratei bem, não sou capaz de subscrever uma iniciativa destas. Um apelo contra o AO em que a palavra “Brasil” surge 3 vezes e coisas como “etimologia” (ou derivadas) ou “(dupla) grafia” não surgem nenhuma é uma mera diarreia mental.

Nota importante (já que o comentário, na altura, gerou essa dúvida): não sou a favor do AO.

Nobre Finíssimo

Não sei do que tenho neste momento mais vergonha: se de ter votado no Fernando Nobre, se de ter na altura feito "Like" à página dele no Facebook. Assim como assim, o voto é secreto. Vou tomar um banho, sinto-me conspurcado.

EDIT: E neste momento a VH1 passa Oasis com “Don't Look Back in Anger”. Muito apropriado...

música: Oasis - Don't Look Back in Anger
Piolho Sintético às 20:59 | link do post | comentar
Sábado, 09.04.11

Camomila, erva-doce e hortelã

O local do crime? FOX, um episódio de Simpsons. O Comic Book Guy, descrevendo Miss Edna Krabappel fazendo metáforas com terminologia de livros de BD, diz que “she is near mint”. A legenda? Ui, a legenda: “ela parece hortelã”.

{#emotions_dlg.snob}

Piolho Sintético às 21:13 | link do post | comentar
Quinta-feira, 07.04.11

Papá preciso de dinheiro STOP Urgentemente STOP

Governo formaliza hoje por escrito pedido de ajuda à Comissão Europeia. Não pondo em causa a qualidade dos nossos “cientistas políticos” e respectivos escribas, mas vejamos. A mais calejada das equipas de investigação (composta por doutorados, doutorandos, mestrandos, e quejandos) é capaz de demorar, no mínimo, duas semanas a preparar uma proposta de projecto para submeter à Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Duas semanas, no mínimo, para redigir a descrição do que está feito, do que há a fazer, como, por quem, e a provar por A+B que o trabalho proposto dá bom uso a, no máximo, 200 mil euros de fundos comunitários e do Orçamento de Estado.

E uma ajuda expressa em múltiplos de “mil milhões”, que até agora iria ser um recurso quase jamais (ler em francês), pede-se “assim”, numa cartita, de um dia para o outro?

Piolho Sintético às 16:08 | link do post | comentar

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