Relatos de um dia em cheio — com a Cat, pois então. Compensámos, e de que maneira, o facto de o curso de fotografia em que estávamos inscritos ter sido cancelado... 
De manhã: Museu Fundação Oriente. Chegámos uns minutos antes da hora de abertura (10:00), e já havia uma fila de dimensão, digamos, média (dizer que “parecia que estvaam a dar bacalhau” seria uma piada fácil demais para o sítio que é(ra) ). Mas claro: na medida em que uma boa parte daquela gente, pelos modos que apresentavam (tanto nas vertentes de “decibelagem desproporcionada” como de “manada de filhos e sobrinhos em caravana”), claramente não estaria ali se não fosse o factor “borla”, pode-se dizer que era uma fila grande. E com pequenada a olhar-nos de olhos esbugalhados q.b. ... 
Primeiro, fomos ver o museu propriamente dito — duas exposições temporárias e duas permanentes. As peças são, realmente, interessantes, mas o museu podia estar muito mais convidativo. A maioria das salas são exageradamente escuras (excepto as montras com as próprias peças), e estão mal organizadas, não existindo uma noção de fluxo (para ver tudo, tinha de se passar várias vezes pelo mesmo sítio); podiam aprender qualquer coisinha com o Ikea...
Depois: workshop de Origami! Com companhia de mais cerca de 15 pessoas — desde reformadas que diziam ter voltado à escola, até uma tiazorra que tratava o filhote (de nome Rodrigo, claro) por “você” e estava com pressa para ir à farmácia — lá dobrámos, cada um, por ordem crescente de dificuldade: um coração, uma caixa, e uma flor.
Nos entretantos, como a quantidade (e qualidade) de gente prometia que almoçar por ali fosse uma tremenda confusão, fomos andando e almoçámos já no local das actividades seguintes: umas pequenas compras (precisava de uns ténis para ver se começo a correr — e que sorte que eu tenho, logo agora a Sport Zone está com 20% de desconto em equipamento running) e cinema.
O filme: “21”, ou “A Última Cartada” — vale a pena, digo-vos eu. Apesar de o final se tornar previsível a partir de certa altura, e de uma determinada cena com um suspense exageradamente longo para um gag também previsível, é bastante entertaining. Chapéu tirado também à (Zon) Lusomundo, por colocar um intervalo de 7 minutos, diria eu, na melhor altura possível: a partir daí, o tom e ritmo do filme muda um bocado. Mas não vou spoilar mais... 
Claro que, duma ponta à outra dos eventos que relatei, e ainda pelo resto do dia/noite fora, o melhor acontecimento foi (e é sempre) estar com essa pessoa fantástica que é a minha namorada 
Hoje, com pena minha, é dia de ficar por casa (i.e., não perto dela...) a recarregar baterias (físicas) para mais uma semana, e a adiantar uma coisita ou outra da faculdade.