Segunda-feira, 30.01.12

Let’s look at a trailer

Na semana passada, dois filmes, à priori improváveis, vistos em cinemas lisboetas que nunca tinha visitado(*): Almanya - Willkommen in Deutshcland no São Jorge na 5.ª feira, e A Separation no King no Sábado. Ambos muito, muito bons.

 

(*) Confesso, sou um chunga: nunca tinha ido a cinemas não-shopping.

Piolho Sintético às 11:35 | link do post | comentar
Quinta-feira, 12.01.12

Yoda...

...faz cenas. Muito bom!

Piolho Sintético às 12:07 | link do post | comentar
Segunda-feira, 25.07.11

Drop the “go”. Just “Get a real job”. It's cleaner.

— I'm an entrepreneur.

— You're unemployed.

Juro que só vi o “The Social Network” na Sexta-feira passada e, portanto, não foi deste diálogo que tirei a ideia deste outro post.

Piolho Sintético às 12:02 | link do post | comentar
Sábado, 04.06.11

BTTF

Noutro dia re-re-re-re-revi um filme que tem quase a minha idade: Back to the Future. Tenho uma opinião particular sobre este filme, e estava eléctrico em antecipação à cena que comprova essa opinião:

Em toda a história do cinema, o Back to the Future é o filme que melhor introduz a respectiva sequela.

Deu-me (e dá sempre) um arrepio bom sempre que re-re-re-re-revejo esta cena.

Para mim, “Roads? Where we're going we don't need roads” está entre as frases mais emblemáticas da sétima arte.
Piolho Sintético às 16:41 | link do post | comentar
Segunda-feira, 18.04.11

Up! na vida real


(via Tumblr é o novo Kibe Loco)


(via tralhas d'estante)

música: Antonín Dvořák - Slavonic Dances No. 15 (Op.72-7)
tags:
Piolho Sintético às 18:24 | link do post | comentar | ver comentários (7)
Terça-feira, 09.02.10

Blockbuster: "We just haven't got a clue what to do"

Ora então diz que a Blockbuster está a ir com os porcos. E claro, a culpa é da pirataria.

Eh pá, não me lixem. Facto: o download ilegal de conteúdos protegidos por direitos de autor traduz-se em dinheiro que não vai parar às mãos de “alguém”, não digo o contrário. Mas também é facto que:

  • a oferta de conteúdos em DVD/Bluray para compra é muito maior e relativamente mais acessível do que quando apareceu o DVD;
  • a oferta de conteúdos em DVD/Bluray é brutalmente maior agora do que era no tempo do VHS;
  • há muito mais cinemas (não que sejam baratos, mas sempre se vê com melhor qualidade e sem esperar 1 ano);
  • os operadores de televisão (ZON, Meo, etc.) prestam um serviço que inclui aluguer de filmes (ao estilo de clube de vídeo) sem tirar o cú do sofá;
  • esses operadores facilitam também a gravação de filmes que dêem a horas inacessíveis para se ver posteriormente.

Ou seja, há todo um conjunto de factores perfeitamente dentro da legalidade que retiram o interesse nos clubes de vídeo (que, entretanto, não evoluiram). Mas claro, é mais fácil e está mais na moda culpar a pirataria, que é logo o único possível factor que já existia no tempo em que os clubes de vídeo mexiam — ou já ninguém se lembra de gravar filmes da TV em VHS, para os quais até a TV Guia fornecia umas simpáticas folhas para embelezar a capa?

Piolho Sintético às 10:59 | link do post | comentar | ver comentários (2)
Quinta-feira, 30.10.08

Saw ∞

Hoje, enquanto folheava o Público com a Cat, deparo-me com uma estreia: “Saw V”. Fiquei assim um bocadinho “wtf?” (com letras minúsculas), mas também agradado; o facto de o “Saw IV” ter estreado por cá em Janeiro fez-me esquecer que a estreia de um filme da série “Saw” é(ra) uma tradição de Halloween. Já achei que o “Saw IV” (tenho ali o DVD ainda dentro do celofane há meses para ver) tinha sido ir um bocadinho longe, mas pronto: o Jigsaw era um granda maluco, e era plausível que, mesmo já tendo morrido (oops, esqueci-me do aviso em relação a spoilers ), tivesse deixado alguma armadilha preparada. Mas mais que isto era esticar a corda — e mesmo assim, eles esticaram-na.

Eis senão quando vou à Wikipedia, e descubro que está previsto um “Saw VI”! Fiquei definitivamente “WTF?!” (com letras maiúsculas). Os criadores da série já não são escrevem o guião, o realizador já não é o mesmo, o Jigsaw já só aparece em cadáver ou em flashback, ... Será que o culto vale a pena que o franchise acabe tarde, mas por exaustão?

Piolho Sintético às 21:33 | link do post | comentar | ver comentários (2)
Sexta-feira, 01.08.08

Cinemas Lusomundo e o Gervásio

Na Terça-feira, eu a a Cat fomos ver o The Dark Knight (já que se fala disso: BRUTAL!), aos cinemas Lusomundo do Oeiras Parque. À saída, como já é habitual (pelo menos) nas últimas sessões, as senhoras da limpeza estão à espera quando os filmes acabam, de saco do lixo em punho (para o pessoal pôr o lixo nos sacos delas directamente).

Ora pois que eu trazia o copo das pipocas (com um restinho das ditas) e 3 garrafas de água. Como vocês sabem, os caixotes para lixo nos cinemas Lusomundo tem dois compartimentos: um grande para o lixo em geral, e um bastante mais estreito com a indicação "PLÁSTICOS"; o saco enorme que a senhora ostentava, tanto pelo tamanho como por lógica, faria as vezes do compartimento de lixo em geral, pelo que ia (depois de atirar o copo das pipocas para o saco) pôr as garrafas no contentor, no devido compartimento.

Ao ver que eu tinha ficado com as garrafas na mão e me começava a dirigir para o contentor uns metros à frente, a senhora informou: “Pode pôr aqui”. Eu: “Erm, não, isto é plástico”. A senhora:

“Não interessa, eles depois juntam tudo.”

Brilhante. Ao contrário do que muita gente pensa, o lixo dos ecopontos não é todo junto quando é recolhido, mas a Lusomundo inventa o seu próprio conceito de “separação de lixo”. Brilhantíssimo.

Ora resumindo: hoje em dia, pagamos um balúrdio por um bilhete de cinema (perdão: por um talão de acesso a uma sessão de cinema), que inclui a exibição de um bloco de trailers e publicidade (incluindo, imagine-se, anúncios de uma campanha da Sociedade Ponto Verde relacionada com embalagens), a uma firma tão “socialmente responsável” que, por um lado dá a instituições de caridade os objectos perdidos que fiquem por reclamar mais de 1 mês, mas por outro atira areia para os olhos dos seus clientes (e quem mais? se calhar até alguma autoridade de certificação) com uns caixotes aparentando uma espécie de responsabilidade ambiental — que não existe.

Ó senhores, é só entrarem numa das vossas sessões, gramarem com o “bloco de trailers e publicidade”, e aprenderem. O Gervásio conseguiu.

sinto-me: contestatário
Piolho Sintético às 00:01 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Quinta-feira, 15.05.08

Alegria no trabalho

Se eu vos disser que os ficheiros dos resultados experimentais de um trabalho que estou a fazer para uma cadeira (e que, como tal, terei de entregar para avaliação) contêm coisas como:

HAL
(mouthing the words)
Hey, fuck you.

vocês acreditam? E também acreditam se disser que a palavra fuck e seus derivados, no total dos resultados dos 3 filmes analisados, aparecem cerca de 200 vezes?

música: Metallica - To Live is To Die
Piolho Sintético às 14:50 | link do post | comentar | ver comentários (3)
Domingo, 11.05.08

Um dia óptimo = Um post longo

Relatos de um dia em cheio — com a Cat, pois então. Compensámos, e de que maneira, o facto de o curso de fotografia em que estávamos inscritos ter sido cancelado...

De manhã: Museu Fundação Oriente. Chegámos uns minutos antes da hora de abertura (10:00), e já havia uma fila de dimensão, digamos, média (dizer que “parecia que estvaam a dar bacalhau” seria uma piada fácil demais para o sítio que é(ra) ). Mas claro: na medida em que uma boa parte daquela gente, pelos modos que apresentavam (tanto nas vertentes de “decibelagem desproporcionada” como de “manada de filhos e sobrinhos em caravana”), claramente não estaria ali se não fosse o factor “borla”, pode-se dizer que era uma fila grande. E com pequenada a olhar-nos de olhos esbugalhados q.b. ...

Primeiro, fomos ver o museu propriamente dito — duas exposições temporárias e duas permanentes. As peças são, realmente, interessantes, mas o museu podia estar muito mais convidativo. A maioria das salas são exageradamente escuras (excepto as montras com as  próprias peças), e estão mal organizadas, não existindo uma noção de fluxo (para ver tudo, tinha de se passar várias vezes pelo mesmo sítio); podiam aprender qualquer coisinha com o Ikea...

Depois: workshop de Origami! Com companhia de mais cerca de 15 pessoas — desde reformadas que diziam ter voltado à escola, até uma tiazorra que tratava o filhote (de nome Rodrigo, claro) por “você” e estava com pressa para ir à farmácia — lá dobrámos, cada um, por ordem crescente de dificuldade: um coração, uma caixa, e uma flor.

Nos entretantos, como a quantidade (e qualidade) de gente prometia que almoçar por ali fosse uma tremenda confusão, fomos andando e almoçámos já no local das actividades seguintes: umas pequenas compras (precisava de uns ténis para ver se começo a correr — e que sorte que eu tenho, logo agora a Sport Zone está com 20% de desconto em equipamento running) e cinema.

O filme: “21”, ou “A Última Cartada” — vale a pena, digo-vos eu. Apesar de o final se tornar previsível a partir de certa altura, e de uma determinada cena com um suspense exageradamente longo para um gag também previsível, é bastante entertaining. Chapéu tirado também à (Zon) Lusomundo, por colocar um intervalo de 7 minutos, diria eu, na melhor altura possível: a partir daí, o tom e ritmo do filme muda um bocado. Mas não vou spoilar mais...

Claro que, duma ponta à outra dos eventos que relatei, e ainda pelo resto do dia/noite fora, o melhor acontecimento foi (e é sempre) estar com essa pessoa fantástica que é a minha namorada

Hoje, com pena minha, é dia de ficar por casa (i.e., não perto dela...) a recarregar baterias (físicas) para mais uma semana, e a adiantar uma coisita ou outra da faculdade.

música: Mark Ronson ft. Tiggers - Toxic
Piolho Sintético às 15:39 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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