
Conteúdo: CC by-nc-nd 2008–2010 Piolho Sintético.
Design: CC by-nc-sa
2010 Piolho Sintético, sobre o design Notas Soltas 2 dos Blogs do SAPO.
Num destes dias, no Pingo Doce ao pé da minha antiga casa, um cidadão foi apanhado a roubar (escandalosamente: punha as coisas em sacos do Pingo Doce e saía pelas caixas!). Tentou fugir, o polícia agarrou-o, mandou-o ao chão. O indivíduo largou os sacos e disse "estão aqui as coisas, pronto, já devolvi, já passou" e tentou soltar-se do agente. É óbvio que deixar lá os sacos e ir embora à vida dele não é procedente, muito menos quando teve a infeliz ideia de se virar ao agente. Levou nos cornos q.b. e foi algemado, porque a tentativa de furto não deixa de acontecer só por ele se arrepender e devolver as coisas.
Meanwhile, in Gotham City: Secretário de Estado das Comunidades também abdica do subsídio de alojamento. "Pronto, está bem, já abdiquei do subsídio. Já passou." É preciso dizer mais?
Cheguei a temer que a minha incapacidade fosse, na realidade, relativa a hipermercados em geral (já que também se estende ao Jumbo, e nunca tinha ido a um Pingo Doce “hiper” — os antigos Feira Nova), mas não é. Quer em versão “super” ou “hiper”, dou-me muito melhor a fazer compras no Pingo Doce, percebe-se muito melhor onde estão as coisas. E pelo que tenho podido ver, tanto os preços como a qualidade são efectivamente melhores.
(E digam o que disserem, os anúncios podem ser pirosos mas ao menos não "tsêm" "actsores" à falar à "tsio" de Cascais a dizer que "Contsinentse" é tudo mais "baratso". Eu cá vou ao Pingo Doce de Janeiro a Janeiro.)
E não, o Pingo Doce não me pagou para dizer isto, mas me quiser pagar por ter dito isto, aceito a generosidade.